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GAEL PINHEIRO - BIOMA (SP)

Atualizado: Ago 22


Foto: Luis Galaverna



Gael Pinheiro é natural de Osasco e atualmente vive na cidade de São paulo. Trabalha com comunicação e produção cultural. Desde 2018 é vocalista da Bioma, banda de queercore feminista da cidade de São Paulo.


Durante a infância foi influenciado por música brasileira, especialmente MPB e samba. Já na escola, começou a ter contato com o punk e hardcore. Seu primeiro CD do estilo foi da banda Gritando HC. Suas maiores influências na música são Cólera, Infect, Limp Wrist, Punch e RVIVR.


Gael aprendeu a tocar baixo de forma autodidata e atualmente faz aulas de canto com a instrutora Luane Caravante - @lcaravanteaulasdecanto, especialista em vocais extremos, como gutural e suas variantes.


Sua primeira experiência com banda foi em 2017, quando assumiu o baixo da banda de punk / hardcore Moita. A banda levanta temáticas como gênero, política, cidade, racismo, lesbofobia, luta antifascista e feminista. No mesmo ano, a Moita lançou um EP com três faixas: Alianças Sujas, Recalque e Juventude.




Desde 2018 Gael assumiu o vocal da Bioma, banda de queercore feminista. A Bioma surgiu a partir do encontro de pessoas da cidade de São Paulo com discurso feminista e posicionamento libertário, anti-racista, anti-LGBTfóbico e anti-CIStêmico.


A Bioma é formada por Julia Kaffka (baixo), Mayra Vasconcellos (guitarra), Gael Pinheiro (voz) e Leticia Figueiredo (bateria)

Foto: Juliana Marotta



Fotos: Reprodução / Facebook



DISCOGRAFIA BIOMA

- Demo | 2 faixas: 77 Cobaias e Descontrolar (2019)

- União e Rebeldia | Álbum (2020)




Em abril de 2020 a Bioma lançou em seu canal no YouTube um videoclipe da música Cidade Perdida, faixa 10 do álbum União e Rebeldia. O clipe foi produzido e dirigido por Julia Gimenes, que atua como colaboradora na causa indígena.




"Após lançar um clipe muito contundente para a música “Cidade Perdida“, a banda de queercore Bioma, escolheu o dia dos trabalhadores para o lançamento do álbum “União e Rebeldia”. Data muito bem escolhida, visto que os ataques e humilhações impostas aos trabalhadores formais e informais não param dia após dia, desde o fatídico golpe, com inúmeras aprovações de políticas neoliberais. Pautar a crítica de forma ampla no hardcore punk, pode parecer chover no molhado, mas é essencial em época de despolitização da música. Furioso. Se fosse necessário resumir o primeiro full do Bioma, esse seria o adjetivo que melhor se aplicaria."



Nata Nachthexen - União das Mulheres do Underground

Leia a resenha completa em Para o dia dos trabalhadores: "União e rebeldia" - Bioma


Enquanto ainda se identificava como mulher lésbica, Gael esteve na construção da Caminhada Lésbica e Bissexual de São Paulo durante 10 anos. Além de construir pautas relevantes para a comunidade, também atuava na parte artística, mantendo contato com bandas e artistas lésbicas e bissexuais.


Foi um dos produtores dos festivais Maria Bonita Fest, Dyke Fest. festival Desviantes, além de colaborar com outros festivais na produção, montagem de palco ou qualquer outro apoio que fosse necessário para a realização dos eventos. Todos os festivais tem temática antifascista e feminista, visando incentivar e valorizar a produção artística dentro da cena underground.



Fotos: Facebook / Reprodução



A Bioma lançou União e Rebeldia, seu primeiro álbum, durante a pandemia. A banda participou de algumas ações online e segue aguardando o momento de retornar às atividades com segurança, otimista para um futuro pós-covid. Foi também durante a pandemia que Gael passou pela transição de gênero. Sendo assim, seus planos pessoais para o futuro incluem explorar a sua voz, corpo e postura política de outras formas, seja como vocalista ou produtor cultural.




"Bioma é uma comunidade grande com diferentes espécies convivendo em estabilidade. Esse é o sentimento que a gente quis trazer ao formar a Bioma, numa cidade existem várias vivências, várias narrativas, e diversos corpos sofrem violências distintas. A forma que defendemos de barrar essa violência é a partir do fortalecimento do vínculo entre essas diversas narrativas, aliando as minorias e considerando suas experiências particulares na luta. É o que buscamos trazer em nossas letras e nosso discurso"


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