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CAMILA GODOI | CLANDESTINAS (SP)

Atualizado: Ago 22




Camila Godoi é natural de Bragança Paulista e atualmente vive em Jundiaí - SP. É militante feminista, cantora, compositora, baixista, educadora, roadie e diretora de palco. Formada em Engenharia Química pela Unicamp, atuou durante 21 anos como educadora no ensino superior de engenharias e no ensino médio. Em 2017 deixou as salas de aula e assumiu o baixo da banda de rock Clandestinas.


Camila é artista marcial. Desde 1995 pratica o Taekwon-Do Tradicional (ITF) e é faixa preta (5o. Dan). É também uma leitora voraz. Embora a literatura de ficção componha uma parte significativa de sua biblioteca, nos últimos anos Camila tem se voltado principalmente para a aquisição e leitura de obras de pensadoras feministas.


Foto: Lucas Trabachini



Desde criança foi ouvinte de vários estilos musicais, mas somente aos 45 anos de idade se interessou em aprender a tocar o contrabaixo (apelidado por sua namorada de "contramacho"). Sua formação musical foi autodidata e desde 2019 segue aprendendo e estudando com a artista Joana Cid, de quem Camila é roadie na gig de Johnny Hooker. Suas principais influências musicais são As Mercenárias, Mulamba, Luana Hansen, Ana Karina Sebastião e a própria Joana Cid.


A banda Clandestinas é a primeira e única banda de Camila, onde atua como contrabaixista, cantora e compositora. A banda surgiu em 2017, da necessidade de expressar questionamentos sobre padrões de gênero e sexualidade, utilizando a música como ferramenta de luta.


Arte: Emilia Santos



Desde a sua formação, a Clandestinas já se apresentou para milhares de pessoas nas Paradas LGBTIA+ de Jundiaí e Piracicaba, realizou shows em shows no SESC e em casas como o Espaço Mundo Pensante, além de escolas, institutos federais, universidades e espaços de militância.

A Clandestinas é Alline Lola (guitarra e voz), Camila Godoi (contrabaixo e voz) e Natalia Bente (bateria e voz).


Foto: Alex Balbino




Fotos: Facebook



Em maio de 2020 a banda lançou seu primeiro álbum homônimo: "Clandestinas". A obra conta com 13 canções que sinalizam um caminho e quem o percorre vai, aos poucos, conhecendo melhor a proposta da banda, suas bandeiras de luta e seu modo de fazer arte. O álbum foi gravado no estúdio Mestre Felino em fevereiro de 2020 e foi produzido por uma equipe 100% feminina. Conta ainda com a participação das artistas Aline Maria, Luana Hansen e Mariah Duarte.

Arte: Emilia Santos



Clandestinas é um álbum conceitual e algumas paisagens podem ser reconhecidas ao longo da travessia. Vozes ecoando inquietações feministas numa perspectiva interseccional, dores, abusos e denúncias por uma sociedade mais justa, formas de amar fora dos padrões hetero-cis-normativos, gritos de luta e resistência. E como a jornada é transformadora, os passos de quem a aprecia vão construindo, de forma autônoma, suas próprias veredas libertadoras.


Em Janeiro de 2021 a banda lançou o vídeoclipe da música Nenhuma a menos no seu canal no YouTube:




A banda segue participando de várias entrevistas ao longo da pandemia e, além das mídias brasileiras, já concedeu duas entrevistas para Portugal e uma para a Argentina. Participou também de uma live promovida pelo Centro Cultural Penha. Já no formato "ao vivo", fizeram shows para a Anistia Internacional e para a revista Nada Pop, em comemoração ao mês da visibilidade lésbica.


Um evento marcante nesse período foi a participação no Seminário Internacional "Gender-based Violence and its Intersectionalities" promovido por PeaceWomen Across the Globe, em abril de 2021, com shows pré-gravados que foram exibidos nos dias dos eventos.

Em maio de 2021 a banda lançou um videoclipe "de quarentena" da música Clandestinas:




Como técnica, Camila integra as equipes técnicas de Johnny Hooker (roadie), da Orquestra Jabaquara (roadie & direção de palco) e do Girls Rock Camp Brasil (roadie), além de trabalhos avulsos, como roadie, com artistas como Luedji Luna, Aíla e Tiago Abravanel.


Foto: Luara Patriarca



Camila Godoi é uma das atrizes do curta-metragem Pluma Forte, de Coraci Ruiz. O curta, que também conta com imagens de um show da banda Clandestinas, foi lançado em 2019 e é um doc-poema sobre o corpo da mulher: dissidente, desejante, desviado, empoderado, suado, latejante, sobrevivente. Em cena, quatro artistas que desafiam os padrões, subvertem as normas e poetizam seus corpos em atos de resistência e transgressão.





Também atua como Promotora Legal Popular e trabalha como educadora no curso de formação feminista de Promotoras Legais Populares. Além disso, é colunista da Revista Diálogos do Sul, publicando, toda semana, um vídeo em seu canal no YouTube, sobre política, feminismos e afins. A coluna se chama Diálogos Clandestinos.





Atualmente a Clandestinas se encontra em processo de composição das canções para o segundo álbum. Camila, em particular, segue estudando com afinco teoria musical e técnicas para o contrabaixo. Ao longo dos próximos meses a Clandestinas pretende lançar mais videoclipes em seu canal no YouTube e continuar, através da internet, o trabalho de divulgação do álbum lançado em 2020.



"Nós, Clandestinas, existimos e junto com todas as mulheres continuaremos

incomodando gritando arte e luta".



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