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ANGÉLICA BURNS | HATEFULMURDER (RJ)


Foto: Rogério Bezerra



Angélica Burns é natural do Rio de Janeiro e desde 2015 é vocalista da banda de Hatefulmurder. É formada em Comunicação Social e e trabalha com mídias digitais em uma emissora de televisão.


Como toda boa taurina, adora um cochilo e uma boa refeição. Gosta de assistir filmes e séries, especialmente as de ficção científica e de época. É fã de literatura de terror e alguns dos seus autores favoritos são H.P. Lovecraf e Anne Rice. Também apaixonada por pets e tem dois dogs: Mila e Fox.


Angélica gostava de música desde a infância e aos 6 anos ganhou um teclado do seu pai. Aos 10 anos, ganhou um violão, onde tentava tocar as músicas das bandas que gostava de ovuir, como Nirvana e Silverchair. Durante a adolescência tomou gosto pelo new metal, com bandas como Korn e Slipknot. Mas foi ao conhecer bandas como Cradle of Filth, Slayer e Type O Negative que Angélica se apaixonou pela música pesada. Aos 15 anos ganhou uma guitarra, mas logo tomou a decisão de vendê-la e finalmente fazer o que realmente gostava, que era cantar. Sua maior inspiração é Angela Gossow, vocalista da Arch Enemy, banda sueca de death metal melódico com influências de power metal. Além de referência feminina no vocal gutural, Angela foi uma das primeiras mulheres a utilizar a técnica.

A primeira banda de Angelica se chamava Diva Satanica, cover de Arch Enemy. Posteriormente, com a demanda de shows, a banda passou a se chamar apenas Diva e migrou para a música autoral.



Na mesma época, Angélica foi convidada para a banda Scatha, banda de thrash Metal feminino, também do Rio de Janeiro. Em 2007 a Scatha lançou seu primeiro EP, intitulado Keep Thrashing, com Angélica Burns nos vocais, Júlia Pombo e Paula Leão nas guitarras, Cíntia Ventania no baixo, e Cyntia Tsai na bateria.



Nos anos de 2010 e 2011, Angelica participou com as bandas Diva e Scatha da disputa carioca do Metal Battle, festival organizado pela Roadie Crew que escolheu uma banda brasileira para tocar no Wacken, o maior festival de heavy metal do continente europeu. Por ironia do destino, a banda vencedora da disputa foi a Hatefulmurder.


Em 2015 Angélica estava sem banda foi convidada pela Hatefulmurder para um teste para vocalista. Ela topou participar e posteriormente foi a escolhida para assumir a vaga, dando início a formação que segue sólida até os dias de hoje. Hatefulmurder é um termo usado pela perícia da cidade de Baltimore, nos Estados Unidos. O termo é usado para descrever uma cena de um crime brutal. A banda carioca surgiu em 2004 com a ideia de misturar thrash metal moderno e death metal. A formação da banda é Angélica Burns (vocal), Renan Campos (guitarra), Felipe Modesto (baixo) e Thomás Martin (bateria).

Da esquerda para a direita: Felipe, Thomás, Angelica e Renan


Após a entrada de Angélica, a banda já se apresentou em grandes festivais de todo o Brasil como Roça´n Roll, Matanza Fest , Hell in Rio, Bloco dos Camisa Preta e JF Rock City. No ano de 2017 a banda fez uma turnê nacional com a banda Torture Squad, passando por 25 estados brasileiros.


Fotos: Facebook


DISCOGRAFIA HATEFULMURDER


Extreme Level of Hate | Single (2009)

When the Slaughter Begins | EP (2010)

The Wartrail | EP (2011)

Gates of Despair | Single (2013)

No Peace | Álbum (2014)

Red Eyes | Álbum (2017)

Engrenagem | Álbum (2018)

Reborn | Álbum (2019)



Angélica Burns gravou com a Hatefulmurder o álbum Red Eyes (2017), o single Engrenagem (2018) e o álbum Reborn (2019).

Red Eyes é um álbum com músicas que comunicam entre si. Fala sobre os desdobramentos do ser humano e como o homem pode ser inimigo de si mesmo ou seu próprio salvador. Todas as letras foram escritas por Angélica, que também trabalhou junto à banda na construção de dos arranjos do álbum. A arte da capa é de autoria do artista grego Orge Kalodimas.



O single Engrenagem contou com a participação de Jimmy London e a letra da música é totalmente cantada em português.



Já o último álbum, Reborn, mescla letras em português e inglês. A música título do álbum levanta questionamentos como "o que você faria se pudesse nascer de novo?". Angélica afirma que toda vez que uma banda entra em processo de composição é sempre um novo começo, onde você basicamente pode se tornar o que você quiser.


A gravação do álbum foi viabilizada por uma campanha de financiamento coletivo. A campanha ultrapassou a meta definida inicialmente e fechou alcançando 132% do valor esperado.




O videoclipe mais recente da banda é o da música Lost Days, do álbum Reborn:




No ano de 2020, a banda estava prestes a fazer uma turnê que incluía tocar no consagrado festival Abril pro Rock, em Pernambuco. Infelizmente todos os eventos foram cancelados devido à pandemia de Covid-19. Desde então a banda continua com ações online, tendo participado de diversos festivais.


Em agosto de 2020, Angélica Burns participou da Sepulquarta, programa da banda Sepultura, que dispensa apresentações. A Sepulquarta nasceu durante o isolamento social e o convite para a participação partiu do guitarrista Andreas Kisser, que já recebeu a Hatefulmurder duas vezes em seu programa, o Pegadas de Andreas Kisser, divulgando o lançamento dos dois álbuns.


Em sua participação na Sepulquarta, Angélica Burns dividiu os vocais com Fernanda Lira (Crypta) e Mayara Puertas (Tortuque Squad), em uma versão da música "Hatred Aside".


O plano de Angélica para um futuro sem pandemia é cair na estrada novamente com a Hatefulmurder e fazer muitos shows, até não poder mais. O Hatefulmurder é seu único projeto artístico, onde ela afirma dedicar todo o seu foco no momento.



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Ouça o álbum Reborn:







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