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ANGELA JORNADA - BANDA CROTCHROT | COLETIVO BARULHO SEM NOME (PR)





Angela Jornada é natural de São Borja, Rio Grande do Sul. Atualmente vive em Curitiba, é baixista e membro fundadora da banda curitibana de goregrind Crotchrot e também do coletivo Barulho sem nome.


Angela cresceu em um ambiente musical e desde a infância foi influenciada por seu pai, Sr. Alfredo Ramos, que toca vários instrumentos como violão, cavaquinho, teclado. Ele ainda fazia parte do conjunto musical chamado "Os Sheiks", que se apresentava em bailes e bares da cidade.




O interesse de Angela por música surgiu pra valer por volta dos 14 anos, e a caminhada no underground já começou bem barulhenta. Sua primeira experiência com banda foi como baixista da banda de grindnoise Necrose, de Pelotas - RS, durante o período de 1992 à 1997.




DISCOGRAFIA |BANDA NECROSE


- Dehumanized - DT - 1992

- Acrostichon to the rack - 7"ep - 1994

- Chards of civilization - compilation ep - Bélgica - 1995

- Bizarre Fairy Tales - Split 7' ep com Herb Mullin (Noruega) - 1995

- Split Tape com Vision of Fear (Alemanha) - 1995

- Split Tape com 7 MON (Inglaterra) - 1995

- Split Tape com Groinchurn (Africa do Sul) - 1995

- Sem estilos para definir o nosso ódio - compilation LP - 1997

- The end - Split 7' ep com Deadmocracy (São Paulo) - 1997

- Chords of chaos - 4 way Cd com Exhumed( USA), Excreted Alive (Espanha), Ear Bleeding Desorder (USA) - 1998

- No Fate Vol IV - Compilation doble cd varias bandas, lançado no Japão - 1998

- Old grindered days - Compilation cd com várias bandas brasileiras - 2012

- Everything Must Burn - CD Full - 2013





Ainda durante a década de 90, Angela foi uma das editoras do Infernal Sanctum, um fanzine dedicado à bandas de grindnoise core do Brasil e do exterior. A publicação foi editada em parceria com Jadir, companheiro de banda de Angela, vocalista da Necrose. Ao todo foram lançadas 8 edições.





Em 2012, Angela e a guitarrista Cynthia montaram a banda de goregrind CrotchRot. A banda segue ativa em 2021 e sua formação atual conta com Muringa (vozes), Cynthia (guitarra), Angela (baixo) e André (baterista).



Para quem não sabe o que é goregrind, a wikipédia define como:


"um tipo específico de grindcore cujas bandas adotam uma temática gore, ou seja, as letras falam sobre violência de forma explícita, ou então são inspiradas em filmes com a mesma temática. As capas dos álbuns de Goregrind muitas vezes trazem imagens extremamente chocantes e perturbadoras para a maioria das pessoas, como fotos de sexo, sangue, pessoas mortas, cadáveres mutilados e desfigurados, etc."




DISCOGRAFIA - BANDA CROTCHROT


- Pata de Camelo - CDr pró - 2014

- Rendez Vous - Split cd com ShitFun (Petrolina CE) - 2015

- Hospital Thieves - cd tributo ao Haemorrhage - 2015

- Brochas From Hell - cd digital e Tape - 2019

- Impulso abrupto alucinado - split 7"ep com a banda GORE (Rio de janeiro) - 2019

- Disturbed minds of capitalism - Coletânea digital - 2019

- Split live com Infeccion Necrotizante (Colômbia) - versão digital e versão tape - 2020




Esta é a capa do último álbum lançado pela banda Crotchrot, intitulado Brochas From Hell. A banda também lançou um lyric vídeo da música título do álbum.





"Ficamos positivamente surpresos com as letras da banda. Afinal, goregrind pode ser contestador? Com certeza. Um estilo que nasceu para chocar, pode fazer críticas de inúmeras formas. A sátira e a ironia são algumas delas e a CrotchRot conseguiu fazer isso com maestria

Brochas From Hell” que dá nome ao álbum, tem tom crítico, denunciando a misoginia e o sexismo disfarçados de fetichismo. O destaque é para o riffs um pouco mais arrastados e vocal rasgado. “Pelas tetas de fora” é outro som que tem crítica de forma sarcástica ao comportamento masculino sem noção. Vocal com efeito, batera empolgante e cordas bem marcadas. Na mesma pegada, temos “Lançamento de Feto na Paulista”, que trata do aborto de forma escrachada pra galera conservadora pensar um pouco na forma absurda que tratam o assunto. “Goregrind Universitário”, começa com uma intro mais pesada e já adentra ao riffs clássicos do goregrind, e zoam da galera verdadeira do meio. “X-Gordinha” é um batidão no naipe funk que emenda com o tum-pa tum-pa do gore grind. “Dialética do Pau”, por sua vez, é mais um som que denotam a crítica por meio da ironia, denunciando o falocentrismo, em que os homens pensam com “a cabeça de baixo”. Fechando o disco temos “Molho Madeira” e “Orgia de Crackudo” (lançado originalmente no “Pata de Camelo”)."

Resenha do site O Colecionador. Clique AQUI para ler a matéria completa




Devido à pandemia e a impossibilidade de fazer shows, a banda segue participando de festivais online como o Underground Extremo, Mulheres Livres e Titans of Brutal. A banda também está produzindo material novo, mirando em um futuro pós-vacina.



Além de baixista e fundadora da banda Crotchrot, Angela Jornada é membro do coletivo Barulho Sem nome, que reúne membros de bandas, distros, fotógrafos e realizadores da cena underground de Curitiba. A intenção do coletivo é promover o trabalho da nossa subcultura. É um coletivo antifascista, onde bandas que apoiam ou defendem ideias reacionárias não são bem vindas.




Acesse www.barulhosemnome.mus.br


O coletivo no momento foca em ações online, mas tem a intenção de produzir eventos presenciais em um futuro pós-pandemia. Uma das primeiras iniciativas do coletivo foi a realização do festival Brado Noise Fest, evento do selo Brado Distro. Enquanto a vacina não vem, você pode curtir a versão online do festival.




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